ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEISHMANIOSE VISCERAL NO MUNICÍPIO DE MARABÁ, REGIÃO SUDESTE DO ESTADO DO PARÁ

Autores

  • Alcione Pinheiro
  • Fabrício Dias
  • Sianny Vanessa Freitas

Palavras-chave:

Epidemiologia, Leishmaniose Visceral, Saúde Pública

Resumo

O presente estudo teve como objetivo descrever o perfil epidemiológico dos casos notificados de Leishmaniose Visceral (LV) no município de Marabá pertencente ao Estado do Pará, no período de 2015-2022. Tratou-se de uma pesquisa descritiva, retrospectiva com abordagem quantitativa dos dados. A amostra foi constituída de 1.073 pacientes notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Foram realizadas as análises dos registros dos casos, considerando as variáveis: idade, sexo, escolaridade, zona, evolução dos casos e tipo de entrada. Os dados foram organizados em planilhas sendo expostos em tabelas, gráficos e figuras referente a cada análise, utilizando o software Excel 2010. Nos resultados, observou-se um total de 1.073 casos notificados de Leishmaniose Visceral em Marabá-PA, com um aumento de 116,5% do ano de 2016 para 2017. O sexo masculino foi responsável por 61,88% dos casos. Em relação a idade, a faixa etária mais acometida foram as crianças menores de 10 anos. A baixa escolaridade representou 22,65% referente as séries iniciais. Evidenciou-se 93,20% dos casos de LV na área urbana no período de estudo. Destaca-se nos registros de evolução dos casos de LV um percentual de 65,05%, de cura da doença. Evidencia-se no período de análise uma taxa de incidência de 96,64%, com um registro de 1.037 pacientes. Conclui-se que os casos de LV, ainda são um problema de saúde pública e que medidas e atenção por parte da Vigilância epidemiológica se fazem necessária.

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Publicado

2023-09-28

Como Citar

Pinheiro, A. ., Dias, F. ., & Freitas, S. V. . (2023). ANÁLISE DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA LEISHMANIOSE VISCERAL NO MUNICÍPIO DE MARABÁ, REGIÃO SUDESTE DO ESTADO DO PARÁ. ENCICLOPEDIA BIOSFERA, 20(45), 247-259. Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/5682