MASTOCITOMA EM CÃES: ASPECTOS CLÍNICOS, HISTOPATOLÓGICOS E TRATAMENTO

Autores

  • Aline Prado
  • Diego Antônio Leão
  • Amanda Ferreira
  • Camila Machado
  • Durvanei Augusto Maria

Palavras-chave:

Mastocitoma, cães, histopatologia, tratamento

Resumo

Mastocitomas são as neoplasias cutâneas mais comuns na espécie canina. São
caracterizados pela proliferação excessiva de mastócitos neoplásicos que se
originam na derme. Na espécie canina, os tumores relacionados aos mastócitos
frequentemente ocorrem na região posterior do corpo do animal, sendo a bolsa
escrotal e o flanco os locais de maior incidência. O diagnóstico do mastocitoma é
baseado essencialmente na citologia ou no exame histopatológico das lesões. É
possível classificar subjetivamente os tumores, com a finalidade de obter um bom
prognóstico, em três graus: grau I (bem diferenciado), grau II (moderadamente
diferenciado) e grau III (pouco diferenciado) conforme o crescimento da anaplasia
celular. Na maioria dos casos de mastocitoma, o tempo de evolução é curto e,
consequentemente, a sobrevida é baixa. A decisão do tratamento depende da
avaliação das condições físicas do paciente, além de fatores clínicos, classificação
histológica ou graduação do tumor. Os animais podem ser tratados com cirurgia,
radioterapia, quimioterapia ou a combinação dos três. Novos estudos devem ser
realizados em relação ao tratamento, devido à extrema importância desse tumor na
clínica e cirurgia de pequenos animais.

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Publicado

2012-06-30

Como Citar

Prado, A. ., Leão, D. A. ., Ferreira, A. ., Machado, C. ., & Maria, D. A. . (2012). MASTOCITOMA EM CÃES: ASPECTOS CLÍNICOS, HISTOPATOLÓGICOS E TRATAMENTO. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(14). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3902

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