MECANISMOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS ENVOLVIDOS NO TURNOVER PROTÉICO: DEPOSIÇÃO E DEGRADAÇÃO DE PROTEÍNA MUSCULAR

Autores

  • Carla Heloisa Cabral
  • Daniel Almeida
  • Leandro Martins
  • Roberta Kely Mendes

Palavras-chave:

Calpaína, proteossomo, 3-metil-histidina

Resumo

O turnover proteico é a renovação da proteína corporal, integra os processos de
síntese e degradação. A síntese proteica é fortemente regulada, de forma que
apenas as cópias necessárias para circunstâncias metabólicas correntes são
sintetizadas. O sistema calpaína e do proteossomo se destacam na degradação das
proteínas miofibrilares. A resposta com a ingestão de proteína é mais expressiva
para degradação do que síntese. Os efeitos dos hormônios sobre o turnover de
proteína são difíceis de separar, porque muitas vezes se sobrepõem, com efeitos
inibidores e sinérgicos. Atuam no turnover proteico a insulina, fator de crescimento
semelhante à insulina I (IGF-I), hormônio da tireóide, hormônio do crescimento e
glicocorticóides. As metodologias de avaliação da síntese são a infusão contínua de
um aminoácido marcado na corrente sanguínea e incorporação do aminoácido
marcado na dieta, e da degradação a excreção de 3-metil-histidina na urina é uma
técnica amplamente utilizada durante os últimos anos.

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Publicado

2012-11-30

Como Citar

Cabral, C. H. ., Almeida, D. ., Martins, L. ., & Mendes, R. K. (2012). MECANISMOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOS ENVOLVIDOS NO TURNOVER PROTÉICO: DEPOSIÇÃO E DEGRADAÇÃO DE PROTEÍNA MUSCULAR . ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(15). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3693