ESTIMATIVA DA PRODUTIVIDADE COM ADUBAÇÃO NITROGENADA A TAXA FIXA E TAXA VARIADA ATRAVÉS DE ATRIBUTOS VEGETATIVOS

Autores

  • Leandro Ricardo Geib
  • Telmo Jorge Amado
  • Rafael Bortolotto
  • Jardes Bragagnolo
  • Junior Kunz

Palavras-chave:

Nitrogênio, Zea mays, agricultura de precisão, massa seca

Resumo

Objetivou-se neste trabalho avaliar a eficiência da determinação de massa seca de
plantas de milho em correlacionar-se com a produtividade nos tratamentos tanto com
a aplicação de N a taxa fixa como a taxa variada utilizando o sensor óptico ativo
acoplado ao distribuidor de fertilizante. Buscou-se apontar também qual o estágio
vegetativo mais adequado para realizar as aplicações de N na planta que melhor se
relacionaram com a produtividade. Avaliou-se também a eficiência da determinação
do teor de clorofila por meio de pesagens de massa seca e sua correlação com a
produtividade média dos tratamentos. O experimento foi conduzido no município de
Tio Hugo-RS, as dosagens de nitrogênio de 27, 80, 120, 140, 160 kg ha-1 a taxa fixa
e 150 kg ha-1 de N a taxa variada. As determinações de massa seca procederam-se
nos estádios de quatro, oito, doze folhas expandidas, florescimento, grão leitoso. O
tratamento com a maior dose de nitrogênio efetuado a taxa fixa obteve maior
rendimento de grãos, porém não diferindo estatisticamente do tratamento a taxa
variada com menor dose de N. As determinações de massa seca mostraram
parâmetros adequados para determinar o estado nutricional das plantas nos
diferentes tratamentos, com alta correlação com a produtividade.

Downloads

Publicado

2012-11-30

Como Citar

Geib, L. R. ., Amado, T. J. ., Bortolotto, R. ., Bragagnolo, J. ., & Kunz, J. . (2012). ESTIMATIVA DA PRODUTIVIDADE COM ADUBAÇÃO NITROGENADA A TAXA FIXA E TAXA VARIADA ATRAVÉS DE ATRIBUTOS VEGETATIVOS. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(15). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3660

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)