EFEITO DO ALUMÍNIO NA GERMINAÇÃO E NA MORFOLOGIA RADICULAR DE CULTIVARES DE PEPINO

Autores

  • Tafarel Victor Colodetti
  • Wagner Rodrigues
  • Fábio Luiz Oliveira
  • Lima Martins
  • Marcelo Antonio Tomaz

Palavras-chave:

Cucumis sativus, germinação, toxidez por alumínio

Resumo

O pepino (Cucumis sativus L.) tem grande importância na comercialização de
hortaliças, além de ser uma planta teste em experimentos de fitotoxidez. As
espécies mais cultivadas vêm demonstrando sensibilidade ao alumínio tóxico. Há
algum tempo, pesquisadores vêm realizando estudos sobre os efeitos do alumínio
nas plantas, contudo os mecanismos envolvidos na fitotoxidez ainda não foram
totalmente esclarecidos. O objetivo desse trabalho foi avaliar a taxa de germinação e
a morfologia radicular de plântulas de três cultivares de pepino submetidas a
presença de alumínio em diferentes concentrações. O experimento foi realizado em
esquema fatorial 3 x 5, com três cultivares de pepino e cinco níveis crescentes de
concentração de alumínio, seguindo um delineamento experimental inteiramente ao
acaso, com quatro repetições. A cultivar Aodai não sofreu variação na taxa
germinativa em função das concentrações de alumínio, enquanto as cultivares
Caipira e Marketmore 76 apresentaram germinação reduzida na maior
concentração, sendo essa redução maior na cultivar Marketmore 76. O comprimento
da radícula, em todas as cultivares, reduziu linearmente em função do aumento das
concentrações de alumínio.

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Publicado

2012-11-30

Como Citar

Colodetti, T. V. ., Rodrigues, W. ., Oliveira, F. L. ., Martins, L. ., & Tomaz, M. A. . (2012). EFEITO DO ALUMÍNIO NA GERMINAÇÃO E NA MORFOLOGIA RADICULAR DE CULTIVARES DE PEPINO. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(15). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3652

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