CONDUÇÃO DAS PODAS DO CAFEEIRO IRRIGADO POR GOTEJAMENTO CULTIVADO NO CERRADO DE MINAS GERAIS

Autores

  • André Luís Fernandes
  • Felipe Santinato
  • Roberto Santinato
  • Victor Michelin

Palavras-chave:

Coffea arabica L., podas, renovação da lavoura

Resumo

O cafeeiro cultivado em livre crescimento apresenta redução da produtividade após
a quarta ou quinta safras, uma vez que se verifica queda acentuada e progressiva na
razão de área foliar da planta. A prática da poda elimina ramos (ortotrópicos e
plagiotrópicos) velhos e pouco produtivos, restabelecendo o equilíbrio entre a área
foliar e a massa seca total. As podas mais utilizadas na cafeicultura brasileira são de
dois tipos: a poda baixa ou recepa e a poda alta ou decote. No presente estudo,
foram avaliados dezesseis tipos de poda, variando-se as alturas de corte do ramo
ortotrópico, com e sem esqueletamento e com e sem desbrota em cafeeiros da
cultivar Catuaí Vermelho IAC 51, com 11 anos de idade, com a finalidade de verificar
o comportamento das plantas em sua recuperação e produção após três safras.
Apôs três safras, conclui-se que quanto maior a altura de corte do ramo ortotrópico,
maior é a produção do cafeeiro. O cafeeiro, quando esqueletado, não apresentou
diferenças significativas em produtividade quando comparado ao não esqueletado,
não justificando sua utilização. A prática da desbrota também pode ser dispensada
nas condições do presente estudo, pois não apresentaram diferenças significativas
em relação às lavouras não desbrotadas.

Downloads

Publicado

2012-11-30

Como Citar

Fernandes, A. L. ., Santinato, F. ., Santinato, R. ., & Michelin, V. . (2012). CONDUÇÃO DAS PODAS DO CAFEEIRO IRRIGADO POR GOTEJAMENTO CULTIVADO NO CERRADO DE MINAS GERAIS . ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(15). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3623

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)