ALIMENTAÇÃO DE PEIXES EM PISCICULTURA INTENSIVA

Autores

  • Luciana Emanuelle Silva
  • Guilherme Galício

Palavras-chave:

Alimentação, Piscicultura, Intensiva, Probióticos, Prebióticos

Resumo

No Brasil, durante as últimas décadas, a piscicultura tem sofrido constantes
transformações, consolidando-se como uma das principais atividades do
agronegócio brasileiro, vindo até a substituir em parte, o peixe proveniente da pesca
extrativa conforme apontado por FIRETTI et al. (2007). PAVANELLI et al. (2002)
afirmam que o Brasil, no contexto internacional, insere-se com grande potencial para
a piscicultura, pois além do seu território fluvial, conta com o favorecimento de suas
condições climáticas para a criação de peixes de água doce. Porém, PRIETO et al.
(2006) afirmam que a produção de peixes no Brasil ainda apresenta resultados
modestos de desenvolvimento, devido aos processos de produção adotados e à
falta de informação sobre espécies nativas com potencial zootécnico. De acordo
com SCHORER et al. (2009), avanços em estudos genéticos de peixes vêm
aumentando nos últimos anos e a nutrição depara-se com maiores entraves e
limitações para obter uma produção eficiente no crescimento e propagação de novas
espécies na aquicultura. Assim os autores afirmam que para alcançar uma
maximização do desempenho dos peixes, a dieta deve atender às necessidades dos
nutrientes essenciais e pró-nutrientes na concentração correta. Uma nutrição
equilibrada pode ajudar o peixe a demonstrar todo seu potencial genético no
desempenho produtivo e melhor resistência a doenças. A metodologia utilizada para
a realização deste trabalho é baseada numa revisão de literatura.

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Publicado

2012-11-30

Como Citar

Silva, L. E., & Galício, G. . (2012). ALIMENTAÇÃO DE PEIXES EM PISCICULTURA INTENSIVA. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 8(15). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/3579