RESPOSTA DO MILHO SAFRINHA EM FUNÇÃO DE FONTES E DOSES DE NITROGÊNIO E INOCULAÇÃO FOLIAR COM Azospirillum brasilense

Autores

  • Allan Nakao
  • Marcelo Fernando Souza
  • Ricardo Antonio Rodrigues
  • Edjair Augusto Bem
  • Daniela Centeno

Palavras-chave:

características agronômicas, fertilizante de liberação lenta, polímeros, Zea mays L.

Resumo

A adubação nitrogenada aplicada sobre a superfície do solo apresenta elevadas
perdas, por volatilização de NH3. O uso de ureia revestida por polímeros é uma
alternativa de manejo para reduzir tais perdas. O trabalho foi desenvolvido no
município de Vitória Brasil (SP) e teve como objetivo avaliar a eficiência da aplicação
de doses e fontes nitrogenadas em cobertura, com ou sem inoculação de
Azospirillum brasilense via foliar. O delineamento experimental adotado foi o de
blocos ao acaso em esquema fatorial 4 x 4 com três repetições. Os tratamentos
constituíram-se de quatro fontes nitrogenadas (ureia convencional; ureia
convencional + A. brasilense; ureia revestida por polímero; ureia revestida por
polímero + A. brasilense) e quatro doses de N (0, 27, 54 e 81 kg ha-1). Avaliou-se as
características agronômicas e produtividade da cultura do milho safrinha. Diferenças
significativas foram observadas para as fontes e doses nitrogenadas utilizadas. As
diferentes doses de N em cobertura proporcionaram aumento no diâmetro de colmo,
altura da planta e altura de inserção de espiga, com maiores ganhos obtidos pela
aplicação de 54 kg ha-1 de N. Contudo, o uso de A. brasilense pouco contribui para
os ganhos de produtividade da cultura.

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Publicado

2014-07-01

Como Citar

Nakao, A. ., Souza, M. F. ., Rodrigues, R. A. ., Bem, E. A. ., & Centeno, D. . (2014). RESPOSTA DO MILHO SAFRINHA EM FUNÇÃO DE FONTES E DOSES DE NITROGÊNIO E INOCULAÇÃO FOLIAR COM Azospirillum brasilense. ENCICLOPÉDIA BIOSFERA, 10(18). Recuperado de https://conhecer.org.br/ojs/index.php/biosfera/article/view/2878

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